Eu considero todo esse lance da amizade algo bem mais complexo que sorrisos e abraços. Pra mim, amigo mesmo é aquele que você sente a sinceridade nos olhos e não nas falas e atos. Falas e atos são momentêneos e a sinceridade é longínqua. Nesta quinta-feira, um grande amigo meu pegou seu rumo em direção ao mundo. Com tamanha inteligência e capacidade, eu sei que ele vai longe. Quase nada temos em comum. Um é marrento, o outro certinho. Um é briguento, o outro prefere paz. Um é ciumento, o outro indiferente. Não sei ao certo porque nos aproximamos, mas sei que foi o sentimento de irmão que me fez investir nessa amizade. Não sei também como vai ser daqui pra frente, porém sempre que um precisa, o outro está lá. Sorrindo, sendo um ombro amigo. Não só eu quanto outros tantos se identificam com o Lauditoni (eh... esse é o nome dele mesmo). Uma prova da sua importância foi dada sexta-feira durante a colação de grau da escola deles.
Esses poucos dias sem ele aqui estão sendo um pé no saco. Não paro de relembrar todos os bons momentos. Não paro de pensar no porque de tanta amizade. Ele, Lauditoni, não costuma demonstrar muito seus sentimentos e as vezes passa pela minha cabeça a idéia de que eu sou o trouxa que corre atrás. Mas apesar dos pesares, sempre que relembro como foi no aeroporto, adquiro a certeza de que ele é um amigo pra sempre. Um bom melhor amigo.
Ps: eu tô um capeta na foto. Não repara!

Nenhum comentário:
Postar um comentário